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REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DA CBIC TRAZ PERSPECTIVAS PARA 2026

05/02/2026

Autor: Compliance

A primeira reunião de 2026 do Conselho de Administração da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) incluiu na agenda temas relevantes para a atuação da entidade ao longo do ano. Realizado de forma híbrida, o encontro reuniu, nesta quarta-feira (4), em Brasília, representantes de entidades empresariais da construção de diversas regiões do país. Entre os assuntos debatidos estiveram a organização do Encontro CBIC de Incorporadores e Construtores Nordeste, a tramitação no Congresso Nacional da proposta ligada à escala 6×1 e a necessidade de avançar na construção de uma agenda nacional de desenvolvimento.

A reunião foi conduzida pelo presidente da CBIC, Renato Correia, que destacou a expectativa de um ano marcado por possíveis mudanças no cenário político e econômico, influenciado pelas eleições e por eventuais alterações na política monetária. Segundo ele, o momento exige reforçar a atuação institucional e consolidar posicionamentos do setor, levando adiante uma pauta voltada à ampliação dos investimentos na construção no Brasil.

Durante as discussões, os dirigentes também analisaram o projeto que propõe a redução da jornada de trabalho e os reflexos de uma eventual mudança na legislação trabalhista para o setor. Para Fernando Guedes Ferreira Filho, presidente-executivo da CBIC, o debate precisa considerar, além da jornada, questões estruturais como produtividade e os impactos que podem decorrer desse cenário.

No encontro, foi apresentado o Encontro CBIC de Incorporadores e Construtores Nordeste 2026, que passa a ocupar o espaço dos Indicadores Regionais, realizados pela instituição no ano anterior. O evento está programado para os dias 5 e 6 de março, em Salvador.

Correia também detalhou a proposta da Aliança para uma Agenda Nacional de Desenvolvimento, iniciativa voltada a aproximar entidades e diferentes setores para qualificar o debate sobre políticas públicas e prioridades estratégicas do país. A proposta prevê a elaboração de uma agenda estruturada por eixos nacionais, com indicadores definidos, além do engajamento de redes de comunicação e parceiros institucionais. Para o presidente da CBIC, é necessário ampliar o diálogo, envolver outros segmentos e fortalecer a divulgação para garantir continuidade às ações.

fonte: Agência CBIC

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